PROJETOS

Interferência das ondas eletromagnéticas dos roteadores WiFi no crescimento das plantas

Aluno: Ivan Vieira Pistelli
Profª. Orientador(a): Mara Pane Farias
Profª. Coordenador(a): Sandra Maria Rudella Tonidandel

Ano: 2013

Premiações


Descrição

          Com o grande desenvolvimento tecnológico e o surgimento de diversos aparelhos inovadores, diversas pesquisas estão sendo feitas a respeito desses emissores de radiação, incluindo principalmente os roteadores WiFi, antenas, celulares, etc. As ondas de WiFi são ondas eletromagnéticas de baixa frequência, de 2,4 GHz até 5,8 GHz. Um grupo de estudantes da Dinamarca realizou um projeto, onde verificaram que as plantas que estavam ao lado de um roteador WiFi não cresceram, enquanto que as plantas que ficaram durante um mesmo período de tempo longe do WiFi se desenvolveram normalmente. O objetivo desta pesquisa é investigar a influência das ondas eletromagnéticas no desenvolvimento das plantas. A minha questão problemas é se a espécie Arabidopsis thaliana sofrerá algum dano, tanto morfológico como fisiológico ao ser irradiada por ondas de roteadores WiFi. A minha hipótese é que sim, com base numa pesquisa realizada por um professor de neurociência da Suécia (CAMMAERTS, 2013) que mostra que as formigas podem ser utilizadas como bio-indicadores de efeitos eletromagnéticos (5 W/m) no meio ambiente, onde o celular, realizando chamada ou desligado com bateria, conseguiu afetar a locomoção das formigas. Isso mostra os efeitos eletromagnéticos que os celulares, que emitem o mesmo tipo de onda eletromagnética que o roteador WiFi. A metodologia consiste em submeter três grupos de plantas às seguintes condições: o primeiro estará sob efeitos de radiação com o roteador WiFi à 5cm de distância, o outro grupo as plantas estarão cerca de 3m do roteador e o último grupo, o controle, as plantas não estará recebendo qualquer radiação, sendo protegidas por folha de alumínio, que reflete as ondas de rádio, impedindo que elas atinjam as plantas. Todas as outras variáveis serão controladas, como a iluminação, quantidade de água para irrigação, massa do adubo e umidade. Cada grupo terá seis plantas. Para esta investigação a escolha da planta foi Arabidopsis thaliana (HECTORS et al. 2010), por ser muito utilizada em pesquisas científicas e fácil cultivo em ambientes restritos (MACKENZIE et al. 2005).